<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d1683737356227611907\x26blogName\x3drulote\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://rulote.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://rulote.blogspot.com/\x26vt\x3d-1687760607276517664', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ 12.6.11

Vidas Boas

A primeira conclusão a tirar desta última época de glória da equipa de futebol do Porto, tendo resultado do trabalho e divertimento de um treinador jovem, quase inexperiente, sem distância emocional ao clube, nem passado como jogador profissional de alto nível, é que uma das minhas mais antigas e repetidas teorias sobre o jogo sai agora reforçada: eu é que seria um óptimo treinador do Porto. Depois do que se passou em 2010/2011, vai ser muito difícil convencerem-me do contrário e, portanto, escusam de tentar. As pessoas que tantas vezes me disseram: «Daniel, tu és demasiado novo, quase inexperiente, não tens distância emocional ao clube, nem passado como jogador profissional de alto nível», vão ter de esconder na areia esses argumentos, pagar-me dez francezinhas com batata, comprar-me lenha para o inverno e rezar uma centena de ave-marias em castelhano da Colômbia, para que eu, um dia, em 2035, se estiver bom tempo e eu para aí virado, lhes venha a perdoar a prova de desconfiança. Além do mais, a dividir por todos numa vaquinha, em meados da década de 90, o condomínio do prédio de Bobby Robson, na Foz, não teria ficado nada caro, e juro que também eu teria enviado o Tomás Costa para a América latina à primeira oportunidade. Estas coisas magoam. 

Em todo o caso, não vá alguém acusar-me de ingratidão e falta de chá, gostava de dar os parabéns a André Villas-Boas, o meu futuro antecessor.

0 Comments:

Enviar um comentário

<< Home