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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ 25.3.12

What are you doing Sunday, baby?

No último verão, em Paredes de Coura, Jarvis apresentou a música Disco 2000, um célebre rebuçado-pop dos anos 90, sussurrando a seguinte frase: «esta era uma canção sobre o futuro, que se transformou numa canção sobre o passado». E ainda dizem que as pessoas vão a concertos rock para se divertir.

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ 24.3.12

Carácter (2)

Ainda procurei aqui uma falha, mas a verdade é que concordo com tudo:

Apareceu há dias a ideia velha de que autores misóginos como Philip Larkin, que fora mencionado, não valiam a pena ser lidos. A ideia é aliás tão velha que cheira a mofo, mas é repetida por gente nova e espevitada que acredita que o carácter do autor tem de contar para a sua obra. Na verdade, não querem ler um bom livro: querem um 'amigo' que parece ouvir e não fala. Há muita gente assim. O resultado desta barbaridade está à vista, com escritores medíocres a perceber que se safam por declararem publicamente o seu amor pelas mulheres, pelos animais, pelos bebés de colo; pela humanidade, com os seus carrascos incluídos. Assim, sim, merece ser lido... por gente nova e espevitada que não merece ler Aristóteles, Tácito, Larkin, Joyce, Nietzsche, etc. 

- Carla Quevedo, uma Bomba Inteligente.

Carácter (1)

Raramente as atitudes são o reflexo cristalino do carácter das pessoas. Surgem quase sempre dissimulações, enganos, um desajustamento qualquer, algum inevitável ruído. Há quem não tenha dificuldade em fingir ser o que não é, e há quem nunca consiga, por nada deste mundo, parecer aquilo que é. Se juntarmos a estes casos extremos todos os outros intermédios (nem sempre máscara, nem sempre sombra), percebemos que as pessoas são um enigma tramado. Então, como podemos conhecer o carácter de alguém? Será o carácter uma arca inacessível ou um animal para nenhum caçador? Se o que fazemos e dizemos nos pode trair, o que somos nós afinal? O que pensamos? Isso é que era bom. Nós nunca somos aquilo que pensamos. Nós sabemos lá o que somos.

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ 23.3.12

Rulote

Agora, para além de não lerem, também podem não comentar.

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ 5.3.12


≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ 3.3.12

Clássico

Entendesse eu tanto das restantes coisas do mundo, como entendo de futebol.

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ 2.3.12

Get set (e sem problema nenhum) Go

Em Agosto, durante um almoço, tive de interromper aquela vida relaxada de férias que eu tanto prezo, para me arreliar, à distância, com o treinador da minha equipa por ele não ter convocado James Rodriguez para a partida da Supertaça Europeia (uma competição que o rapaz pode muito bem nunca mais ter oportunidade de jogar na sua carreira de futebolista) porque, e passo a citar ou a inventar um bocadinho: «tendo chegado ao estágio com poucas semanas de antecedência, ainda não se encontrava nas melhores condições físicas e técnicas». Agora, um punhado de meses e vários cataclismos depois, encontro isto nos jornais: «Vamos ver o estado em que ele [James] chega. Jogou há poucas horas [pela selecção da Colômbia] e terá de ser reavaliado. Não estará no seu melhor, de certeza absoluta.» Ora bem, James (conhecido nalgumas tascas como Ramez e noutras como Jeimes) tem, ao que tudo indica, vinte anos de idade. Isso mesmo: vinte. Meus amigos e Pereiras em geral: aos vinte anos uma pessoa está sempre em condições de jogar à bola. Sempre. Pode ter abanado a anca no Batô, até às 4 da manhã, assessorado por uma constelação de modelos eslavas, bebido quatro tequilas e oito cervejas, fracturado duas costelas numa rusga ou comido meia dúzia de iogurtes danone fora do prazo, não importa. Se uma pessoa com vinte anos sabe jogar à bola então ela pode jogar à bola.

A nossa sorte é que, por intervenção divina, o Varela (que esta época não mostrou nem 10 minutos de futebol decente) se lesionou na coxa esquerda (para quem confunde os lados: é a coxa que a Angelia Jolie não exibiu na noite dos Óscares) e isso acaba por limitar as escolhas de Vítor Pereira. Eu, aliás, sou pela limitação, em grande escala, das escolhas de Vítor Pereira.